O Método Socrático de Ensino é uma forma de estimular o pensamento crítico dos alunos, levando-os a solucionarem seus próprios questionamentos. Seguindo as ideias de Sócrates, os alunos recebem, antecipadamente, por meio impresso ou eletrônico, textos complementares ao conteúdo discutido em sala de aula para que possa trabalhá-los durante a semana. Na aula seguinte, o professor torna-se mediador de um grande debate reflexivo entre os próprios alunos. No final, os discentes chegam a conclusões extraídas sem interferência do professor.
Trata-se de um método bastante desenvolvido na Fundação Getúlio Vargas e iniciado na Paraíba pelo professor Dr. Hugo César Araújo de Gusmão (professor de Direito Constitucional da UEPB).
Texto 02:
HISTÓRIA GERAL E DO BRASIL I
HISTÓRIA GERAL E DO BRASIL I
Texto 01:
Texto 02:
Texto 03:
FARAÓ DIVINDADE DO EGITO
Deuses!
Divindade infinita do universo
Predominante
Esquema Mitológico
A ênfase do espírito original
Exu!
Formará
No Eden um novo cósmico...
A Emersão!
Nem Osíris sabe
Como aconteceu
A Emersão!
Nem Osíris sabe
Como aconteceu...
A Ordem ou submissão
Do olho seu
Transformou-se
Na verdadeira humanidade...
Epopéia!
Do código de Gerbi
Eu falei Nuti
E Nuti!
Gerou as estrelas...
Osiris!
Proclamou matrimônio com Isis
E o mal Seth
Hiradu assassinou
Impera-ar
Horus levando avante
A vingança do pai
Derrotando o império
Do mal Seth
Ao grito da vitória
Que nos satisfaz...
Cadê?
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton
Hei Gize!
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton...
Eu falei Faraó
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Pirâmide da paz e do Egito
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Hum! Pelourinho
Uma pequena comunidade
Que porém Olodum um dia
Em laço de confraternidade
Despertai-vos
Para cultura Egípcia
No Brasil
Em vez de cabelos trançados
Veremos turbantes
De Tutacamom...
E nas cabeças
Enchei-se de liberdade
O povo negro pede igualdade
Deixando de lado
As separações...
Cadê?
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton
Hei Gize!
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton...
Eu falei Faraó!
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Pirâmide da paz e do Egito
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Egito, Egito Êh!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Egito Egito Ê
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Texto 04:
(...) Quando o Faraó deixou o povo partir, Deus não o guiou pelo caminho da Palestina, que é o mais curto, porque Deus achou que, diante dos ataques, o povo se arrependeria e voltaria para o Egito. Então Deus fez o povo dar uma volta pelo deserto até o Mar Vermelho. Os filhos de Israel saíram do Egito bem armados. Moisés levou consigo os ossos de José, pois este havia feito os filhos de Israel jurar solenemente: "Quando Deus intervier em favor de vocês, levem meus ossos daqui".
Partiram de Sucot e acamparam em Etam, à beira do deserto. Javé ia na frente deles: de dia, numa coluna de nuvem, para guiá-los; de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los. Desse modo, podiam caminhar durante o dia e a noite. De dia, a coluna de nuvem não se afastava do povo, nem de noite a coluna de fogo.
Javé falou a Moisés: "Diga aos filhos de Israel que voltem e acampem em Piairot, entre Magdol e o mar, diante de Baal Sefon; aí vocês acamparam, junto ao mar. O Faraó irá pensar que os filhos de Israel andam errantes pelo país e que o deserto os bloqueou. Eu endurecerei o coração do Faraó, que os perseguirá. Então eu mostrarei a minha honra, derrotando o Faraó e todo o seu exército; e os egípcios saberão que eu sou Javé". E os filhos de Israel assim fizeram.
Quando comunicaram ao rei do Egito que o povo tinha fugido, o Faraó e seus Ministros mudaram de opinião sobre o povo e disseram: "O que é que nós fizemos? Deixamos partir os nossos escravos israelitas!" O Faraó mandou aprontar seu carro e levou consigo suas tropas: seiscentos carros escolhidos e todos os carros do Egito, com oficiais sobre todos eles. Javé endureceu o coração do Faraó, rei do Egito, e este perseguiu os filhos de Israel, que saíram ostensivamente.
Perseguindo com todos os cavalos e carros do Faraó, os cavaleiros e o exército os alcançaram quando estavam acampados junto ao mar, em Piairot, diante de Baal Sefon. Quando o Faraó se aproximou, os filhos de Israel levantaram os olhos e viram que os egípcios avançavam atrás deles. Cheios de medo, clamaram a Javé, e disseram a Moisés: "Será que não havia sepulturas lá no Egito? Você nos trouxe ao deserto para morrermos! Por que nos tratou assim, tirando-nos do Egito? Não é isso que nós dizíamos a você lá no Egito: 'Deixe-nos em paz, para que sirvamos aos egípcios'? O que é melhor para nós? Servir aos egípcios ou morrer no deserto?" Moisés respondeu ao povo: "Não tenham medo. Fiquem firmes, e verão o que Javé fará hoje para salvar vocês. Nunca mais vocês verão os egípcios, como estão vendo hoje. Javé combaterá por vocês. Podem ficar tranquilos".
Javé disse a Moisés: "Por que você está clamando por mim? Diga aos filhos de Israel que avancem. Quanto a você, erga a vara, estenda a mão sobre o mar e divida-o pelo meio para que os filhos de Israel possam atravessá-lo a pé enxuto. Eu endureci o coração dos egípcios, para que eles persigam vocês. Assim eu mostrarei a minha honra, derrotando o Faraó e seu exército, com seus carros e cavaleiros. Quando eu derrotar o Faraó com seus carros e cavaleiros, os egípcios ficaram sabendo que eu sou Javé".
O anjo de Deus, que ia na frente do exército de Israel, se retirou para ficar na retaguarda. A coluna de nuvem também se retirou da frente deles e se colocou atrás, ficando entre o acampamento dos egípcios e o acampamento de Israel. A nuvem se escureceu, e durante toda a noite a escuridão impediu que um se aproximasse do outro.
Moisés estendeu a mão sobre o mar, e Javé fez o mar se retirar com um forte vento oriental, que soprou a noite inteira: o mar ficou seco e as águas se dividiram em duas. Os filhos de Israel entraram pelo mar a pé enxuto, e as águas formavam duas muralhas, à direita e à esquerda. Na perseguição, os egípcios entraram atrás deles com todos os cavalos do Faraó, seus carros e cavaleiros, e foram até o meio do mar. De madrugada, Javé olhou da coluna de fogo e da nuvem, viu o acampamento dos egípcios e provocou uma confusão no acampamento: emperrou as rodas dos carros, fazendo-os andar com dificuldade. Então os egípcios disseram: "Vamos fugir de Israel, porque Javé combate a favor deles". Javé disse a Moisés: "Estenda a mão sobre o mar, e as águas se voltarão contra os egípcios, seus carros e cavaleiros". Moisés estendeu a mão sobre o mar. E, de manhã, este voltou para o seu leito. Os egípcios, ao fugir, foram ao encontro do mar, e Javé atirou-os no meio do mar. As águas voltaram, cobrindo os carros e cavaleiros de todo o exército do Faraó, que os haviam seguido no mar: nem um só deles escapou. Os filhos de Israel, porém, passaram pelo meio do mar a pé enxuto, enquanto as águas se erguiam em forma de muralhas, à direita e à esquerda. Nesse dia, Javé salvou Israel das mãos do Egito, e Israel viu os cadáveres dos egípcios à beira-mar. Israel viu a mão forte com que Javé atuou contra o Egito. Então o povo temeu a Javé e acreditou nele e no seu servo Moisés.
Nessa ocasião, Moisés e os filhos de Israel entoaram este canto a Javé:
SAGRADA, Bíblia. Êxodo, 13-15.
Texto 05:
Minha força e meu canto é o Senhor!
Salvação ele se fez para mim!
Cantemos a Deus que nos libertou
das mãos do inimigo dos pés do opressor!
Cantemos a Deus que nos libertou. Cavalos
a carros no mar afogou!
Cantemos a Deus que nos libertou.
Soldados e chefes vencidos deixou!
Cantemos a Deus que nos libertou. No
longo deserto com a gente ele andou!
Cantemos a Deus que nos libertou. Na fome
e na sede nos alimentou!
Cantemos a Deus que nos libertou. A lei da
justiça pra nós ensinou!
Cantemos a Deus que nos libertou. A terra
bendita a nós entregou!
Link: http://letras.terra.com.br/ze-vicente/1419620/
HISTÓRIA GERAL E DO BRASIL I
EIXO TEMÁTICO 03
Texto 01:
YERUSHALAIM SHEL ZAHAV (HINO DE JERUSALÉM)
Jerusalém que um dia viveu em esplendor
Teve seus muros derrubados, mas não perdeu o seu valor
Voltando do cativeiro,seu povo então chorou
Vendo ergue-te novamente, a esperar o teu Senhor
Jerusalém,Jerusalém,o teu dia vai raiar
Desperta e clama em alta voz, o Messias irá chegar
Jerusalém abra tuas portas e deixa o Rei entrar
Quem é este Rei da glória Poderoso prá guerrear
Ele é forte, invencível por ti irá lutar
Se romperá a tua luz e para sempre irás brilhar
Jerusalém,Jerusalém o teu dia vai raiar
Desperta e clama em alta voz, Jeová Jire aqui está
Jerusalém agora és nova as portas se abrirão
Recolhendo todo o povo a proclamar a redenção
Sua luz é tão resplandecente, teus muros ouro são
Reinará justiça e paz e para sempre salvação
Jerusalém, Jerusalém o teu dia já raiou
És mui formosa,és desejada, o Senhor te resgatou
Teve seus muros derrubados, mas não perdeu o seu valor
Voltando do cativeiro,seu povo então chorou
Vendo ergue-te novamente, a esperar o teu Senhor
Jerusalém,Jerusalém,o teu dia vai raiar
Desperta e clama em alta voz, o Messias irá chegar
Jerusalém abra tuas portas e deixa o Rei entrar
Quem é este Rei da glória Poderoso prá guerrear
Ele é forte, invencível por ti irá lutar
Se romperá a tua luz e para sempre irás brilhar
Jerusalém,Jerusalém o teu dia vai raiar
Desperta e clama em alta voz, Jeová Jire aqui está
Jerusalém agora és nova as portas se abrirão
Recolhendo todo o povo a proclamar a redenção
Sua luz é tão resplandecente, teus muros ouro são
Reinará justiça e paz e para sempre salvação
Jerusalém, Jerusalém o teu dia já raiou
És mui formosa,és desejada, o Senhor te resgatou
Texto 02:
Texto 03:
HISTÓRIA GERAL E DO BRASIL I
EIXO TEMÁTICO 02
Texto 01:
MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA
Zé Ramalho
Numa luta de gregos e troianos
Por Helena, a mulher de Menelau
Conta a história de um cavalo de pau
Terminava uma guerra de dez anos
Menelau, o maior dos espartanos
Venceu Páris, o grande sedutor
Humilhando a família de Heitor
Em defesa da honra caprichosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Alexandre figura desumana
Fundador da famosa Alexandria
Conquistava na Grécia e destruía
Quase toda a população Tebana
A beleza atrativa de Roxana
Dominava o maior conquistador
E depois de vencê-la, o vencedor
Entregou-se à pagã mais que formosa
Mulher nova bonita e carinhosa
Faz um homem gemer sem sentir dor
A mulher tem na face dois brilhantes
Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino
Desconhece a poesia de Cervantes
A bravura dos grandes navegantes
Enfrentando a procela em seu furor
Se não fosse a mulher mimosa flor
A história seria mentirosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Virgulino Ferreira, o Lampião
Bandoleiro das selvas nordestinas
Sem temer a perigo nem ruínas
Foi o rei do cangaço no sertão
Mas um dia sentiu no coração
O feitiço atrativo do amor
A mulata da terra do condor
Dominava uma fera perigosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Por Helena, a mulher de Menelau
Conta a história de um cavalo de pau
Terminava uma guerra de dez anos
Menelau, o maior dos espartanos
Venceu Páris, o grande sedutor
Humilhando a família de Heitor
Em defesa da honra caprichosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Alexandre figura desumana
Fundador da famosa Alexandria
Conquistava na Grécia e destruía
Quase toda a população Tebana
A beleza atrativa de Roxana
Dominava o maior conquistador
E depois de vencê-la, o vencedor
Entregou-se à pagã mais que formosa
Mulher nova bonita e carinhosa
Faz um homem gemer sem sentir dor
A mulher tem na face dois brilhantes
Condutores fiéis do seu destino
Quem não ama o sorriso feminino
Desconhece a poesia de Cervantes
A bravura dos grandes navegantes
Enfrentando a procela em seu furor
Se não fosse a mulher mimosa flor
A história seria mentirosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Virgulino Ferreira, o Lampião
Bandoleiro das selvas nordestinas
Sem temer a perigo nem ruínas
Foi o rei do cangaço no sertão
Mas um dia sentiu no coração
O feitiço atrativo do amor
A mulata da terra do condor
Dominava uma fera perigosa
Mulher nova, bonita e carinhosa
Faz o homem gemer sem sentir dor
Texto 02:
Texto 03:
UM CERTO GALILEU
Padre Zezinho
Um certo dia, a beira mar
Apareceu um jovem Galileu
Ninguém podia imaginar
Que alguém pudesse amar do jeito que ele amava
Seu jeito simples de conversar
Tocava o coração de quem o escutava
E seu nome era Jesus de Nazaré
Sua fama se espalhou e todos vinham ver
O fenômeno do jovem pregador
Que tinha tanto amor
Naquelas praias, naquele mar
Naquele rio, em casa de Zaqueu
Naquela estrada, naquele sol
E o povo a escutar histórias tão bonitas
Seu jeito amigo de se expressar
Enchia o coração de paz tão infinita
Em plena rua, naquele chão
Naquele poço e em casa de Simão
Naquela relva, no entardecer
O mundo viu nascer a paz de uma esperança
Seu jeito puro de perdoar
Fazia o coração voltar a ser criança
Um certo dia, ao tribunal
Alguém levou o jovem Galileu
Ninguém sabia qual foi o mal
E o crime que ele fez; quais foram seus pecados
Seu jeito honesto de denunciar
Mexeu na posição de alguns privilegiados
E mataram a Jesus de Nazaré
E no meio de ladrões puseram sua cruz
Mas o mundo ainda tem medo de Jesus
Que tinha tanto amor
Texto 04:
Apareceu um jovem Galileu
Ninguém podia imaginar
Que alguém pudesse amar do jeito que ele amava
Seu jeito simples de conversar
Tocava o coração de quem o escutava
E seu nome era Jesus de Nazaré
Sua fama se espalhou e todos vinham ver
O fenômeno do jovem pregador
Que tinha tanto amor
Naquelas praias, naquele mar
Naquele rio, em casa de Zaqueu
Naquela estrada, naquele sol
E o povo a escutar histórias tão bonitas
Seu jeito amigo de se expressar
Enchia o coração de paz tão infinita
Em plena rua, naquele chão
Naquele poço e em casa de Simão
Naquela relva, no entardecer
O mundo viu nascer a paz de uma esperança
Seu jeito puro de perdoar
Fazia o coração voltar a ser criança
Um certo dia, ao tribunal
Alguém levou o jovem Galileu
Ninguém sabia qual foi o mal
E o crime que ele fez; quais foram seus pecados
Seu jeito honesto de denunciar
Mexeu na posição de alguns privilegiados
E mataram a Jesus de Nazaré
E no meio de ladrões puseram sua cruz
Mas o mundo ainda tem medo de Jesus
Que tinha tanto amor
Texto 04:
Texto 05:
No ano dezenove de Silvério César, Imperador Romano de todo o mundo, Monarca Invencível, na Olimpíada cento e vinte e um e na Elíada vinte e quatro. Da criação do mundo, segundo o número e cômputo dos Helieus, quatro vezes mil cento e oitenta e sete do progênito Romano Império , no ano setenta e três , e na libertação do cativeiro da Babilônia, no ano mil e duzentos e sete, sendo governador da Judéia Quinto Sérgio ,sob regimento e governador da cidade de Jerusalém, Presidente Grandisssissimo, Pôncio Pilatos ;regente da Baixa Galiléia ,Herodes Antipas, pontífice Sumo Sacerdote, Caifás, magno do Templo Alis Almael , Robas Ascasel, Franchino Centauro; consules romanos da Cidade de Jerusalém, Quinto Cornélio Sublime e Xisto Rusto, no mês de março e dia XXV do ano presente- Eu Pôncio Pilatos, aqui Presidente do Império Romano, dentro do Palácio e arqui-resid6encia, julgo condeno e sentencio a morte Jesus, chamado pela plebe- Cristo Nazareno- e galileu de nação , homem sedicioso, contra a Lei Romana -contrário ao Grande Imperador Tibério Cesar. Determino e ordeno por esta que se lhe dê morte na cruz, sendo pregado com cravos como todos os réus, porque congregando e ajustando homens, ricos e pobres ,não tem cessado de promover tumultos por toda a Judéia, dizendo–se filho de Deus e Rei de Israel, ameaçando com a ruína de Jerusalém e do Sacro Templo negando tributo a César, tendo ainda o atrevimento de entrar com ramos em triunfo, com grande parte da plebe, dentro da cidade de Jerusalém. Que seja ligado e acoitado e que seja vestido de púrpura e coroado com alguns espinhos e com a própria cruz nos ombros para que sirva de exemplo a todos os malfeitores e que juntamente com ele sejam conduzidos dois ladrões homicidas saindo logo pela porta sagrada, hoje Antoniana, e que se conduza Jesus ao monte público da Justiça, hoje chamado Calvário, onde crucificado e morto ficará seu corpo na cruz , como espetáculo para todos os malfeitores que sobre se ponha em diversas línguas este título: "Jesus Nazareno Rex Judeorum" Mando tambem ,que nenhuma pessoa de qualquer estado ou condição se atreva, temerariamente, a impedir a Justiça por mim mandada, administrada e executada com todo o rigor, segundo os Decretos e Leis Romanas, sob as penas de rebelião contra o Imperador Romano.Testemunhas de nossa sentença: Pelas doze tribos de Israel: Rabaim Daneil, Rabaim Joaquim Banicar, Banbasu Laré Peuculari, Pelo Fariseus: Matumberto. Pelo Império Romano e pelo Presidente de Roma Lúcio Sextilo e Amácio Chilício.
HISTÓRIA GERAL E DO BRASIL I
EIXO TEMÁTICO 01
FOI DEUS QUEM FEZ VOCÊ
Amelinha
Foi Deus que fez o céu
o rancho das estrelas
Fez também
O seresteiro para conversar com elas
Fez a lua que prateia
Minha estrada de sorrisos
E a serpente
Que expulsou mais de um milhão
Do paraíso
Foi Deus que fez você
Foi Deus que fez o amor
Fez nascer a eternidade
Num momento de carinho
Fez até o anonimato
Dos afetos escondidos
E a saudade dos amores
Que já foram destruídos
Foi Deus
Foi Deus que fez o vento
Que sopra os teus cabelos
Foi Deus que fez o orvalho
Que molha o teu olhar
Teu olhar
Foi Deus que fez a noite
E o violão plangente
Foi Deus que fez a gente
Somente para amar, para amar
Só para amar
Só para amar
o rancho das estrelas
Fez também
O seresteiro para conversar com elas
Fez a lua que prateia
Minha estrada de sorrisos
E a serpente
Que expulsou mais de um milhão
Do paraíso
Foi Deus que fez você
Foi Deus que fez o amor
Fez nascer a eternidade
Num momento de carinho
Fez até o anonimato
Dos afetos escondidos
E a saudade dos amores
Que já foram destruídos
Foi Deus
Foi Deus que fez o vento
Que sopra os teus cabelos
Foi Deus que fez o orvalho
Que molha o teu olhar
Teu olhar
Foi Deus que fez a noite
E o violão plangente
Foi Deus que fez a gente
Somente para amar, para amar
Só para amar
Só para amar
Texto 02:
Texto 03:
FARAÓ DIVINDADE DO EGITO
Olodum
Deuses!
Divindade infinita do universo
Predominante
Esquema Mitológico
A ênfase do espírito original
Exu!
Formará
No Eden um novo cósmico...
A Emersão!
Nem Osíris sabe
Como aconteceu
A Emersão!
Nem Osíris sabe
Como aconteceu...
A Ordem ou submissão
Do olho seu
Transformou-se
Na verdadeira humanidade...
Epopéia!
Do código de Gerbi
Eu falei Nuti
E Nuti!
Gerou as estrelas...
Osiris!
Proclamou matrimônio com Isis
E o mal Seth
Hiradu assassinou
Impera-ar
Horus levando avante
A vingança do pai
Derrotando o império
Do mal Seth
Ao grito da vitória
Que nos satisfaz...
Cadê?
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton
Hei Gize!
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton...
Eu falei Faraó
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Pirâmide da paz e do Egito
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Hum! Pelourinho
Uma pequena comunidade
Que porém Olodum um dia
Em laço de confraternidade
Despertai-vos
Para cultura Egípcia
No Brasil
Em vez de cabelos trançados
Veremos turbantes
De Tutacamom...
E nas cabeças
Enchei-se de liberdade
O povo negro pede igualdade
Deixando de lado
As separações...
Cadê?
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton
Hei Gize!
Tutacamom
Hei Gize!
Akhaenaton...
Eu falei Faraó!
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Pirâmide da paz e do Egito
Êeeeeh Faraó!
É!
Eu clamo Olodum Pelourinho
Êeeeeh Faraó!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Egito, Egito Êh!
É!
Que Mara Mara
Maravilha Êh!
Egito, Egito Êh!
Egito Egito Ê
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Faraó ó ó ó Ó!
Texto 04:
(...) Quando o Faraó deixou o povo partir, Deus não o guiou pelo caminho da Palestina, que é o mais curto, porque Deus achou que, diante dos ataques, o povo se arrependeria e voltaria para o Egito. Então Deus fez o povo dar uma volta pelo deserto até o Mar Vermelho. Os filhos de Israel saíram do Egito bem armados. Moisés levou consigo os ossos de José, pois este havia feito os filhos de Israel jurar solenemente: "Quando Deus intervier em favor de vocês, levem meus ossos daqui".
Partiram de Sucot e acamparam em Etam, à beira do deserto. Javé ia na frente deles: de dia, numa coluna de nuvem, para guiá-los; de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los. Desse modo, podiam caminhar durante o dia e a noite. De dia, a coluna de nuvem não se afastava do povo, nem de noite a coluna de fogo.
Javé falou a Moisés: "Diga aos filhos de Israel que voltem e acampem em Piairot, entre Magdol e o mar, diante de Baal Sefon; aí vocês acamparam, junto ao mar. O Faraó irá pensar que os filhos de Israel andam errantes pelo país e que o deserto os bloqueou. Eu endurecerei o coração do Faraó, que os perseguirá. Então eu mostrarei a minha honra, derrotando o Faraó e todo o seu exército; e os egípcios saberão que eu sou Javé". E os filhos de Israel assim fizeram.
Quando comunicaram ao rei do Egito que o povo tinha fugido, o Faraó e seus Ministros mudaram de opinião sobre o povo e disseram: "O que é que nós fizemos? Deixamos partir os nossos escravos israelitas!" O Faraó mandou aprontar seu carro e levou consigo suas tropas: seiscentos carros escolhidos e todos os carros do Egito, com oficiais sobre todos eles. Javé endureceu o coração do Faraó, rei do Egito, e este perseguiu os filhos de Israel, que saíram ostensivamente.
Perseguindo com todos os cavalos e carros do Faraó, os cavaleiros e o exército os alcançaram quando estavam acampados junto ao mar, em Piairot, diante de Baal Sefon. Quando o Faraó se aproximou, os filhos de Israel levantaram os olhos e viram que os egípcios avançavam atrás deles. Cheios de medo, clamaram a Javé, e disseram a Moisés: "Será que não havia sepulturas lá no Egito? Você nos trouxe ao deserto para morrermos! Por que nos tratou assim, tirando-nos do Egito? Não é isso que nós dizíamos a você lá no Egito: 'Deixe-nos em paz, para que sirvamos aos egípcios'? O que é melhor para nós? Servir aos egípcios ou morrer no deserto?" Moisés respondeu ao povo: "Não tenham medo. Fiquem firmes, e verão o que Javé fará hoje para salvar vocês. Nunca mais vocês verão os egípcios, como estão vendo hoje. Javé combaterá por vocês. Podem ficar tranquilos".
Javé disse a Moisés: "Por que você está clamando por mim? Diga aos filhos de Israel que avancem. Quanto a você, erga a vara, estenda a mão sobre o mar e divida-o pelo meio para que os filhos de Israel possam atravessá-lo a pé enxuto. Eu endureci o coração dos egípcios, para que eles persigam vocês. Assim eu mostrarei a minha honra, derrotando o Faraó e seu exército, com seus carros e cavaleiros. Quando eu derrotar o Faraó com seus carros e cavaleiros, os egípcios ficaram sabendo que eu sou Javé".
O anjo de Deus, que ia na frente do exército de Israel, se retirou para ficar na retaguarda. A coluna de nuvem também se retirou da frente deles e se colocou atrás, ficando entre o acampamento dos egípcios e o acampamento de Israel. A nuvem se escureceu, e durante toda a noite a escuridão impediu que um se aproximasse do outro.
Moisés estendeu a mão sobre o mar, e Javé fez o mar se retirar com um forte vento oriental, que soprou a noite inteira: o mar ficou seco e as águas se dividiram em duas. Os filhos de Israel entraram pelo mar a pé enxuto, e as águas formavam duas muralhas, à direita e à esquerda. Na perseguição, os egípcios entraram atrás deles com todos os cavalos do Faraó, seus carros e cavaleiros, e foram até o meio do mar. De madrugada, Javé olhou da coluna de fogo e da nuvem, viu o acampamento dos egípcios e provocou uma confusão no acampamento: emperrou as rodas dos carros, fazendo-os andar com dificuldade. Então os egípcios disseram: "Vamos fugir de Israel, porque Javé combate a favor deles". Javé disse a Moisés: "Estenda a mão sobre o mar, e as águas se voltarão contra os egípcios, seus carros e cavaleiros". Moisés estendeu a mão sobre o mar. E, de manhã, este voltou para o seu leito. Os egípcios, ao fugir, foram ao encontro do mar, e Javé atirou-os no meio do mar. As águas voltaram, cobrindo os carros e cavaleiros de todo o exército do Faraó, que os haviam seguido no mar: nem um só deles escapou. Os filhos de Israel, porém, passaram pelo meio do mar a pé enxuto, enquanto as águas se erguiam em forma de muralhas, à direita e à esquerda. Nesse dia, Javé salvou Israel das mãos do Egito, e Israel viu os cadáveres dos egípcios à beira-mar. Israel viu a mão forte com que Javé atuou contra o Egito. Então o povo temeu a Javé e acreditou nele e no seu servo Moisés.
Nessa ocasião, Moisés e os filhos de Israel entoaram este canto a Javé:
SAGRADA, Bíblia. Êxodo, 13-15.
Texto 05:
Minha força e meu canto é o Senhor!
Salvação ele se fez para mim!
Cantemos a Deus que nos libertou
das mãos do inimigo dos pés do opressor!
Cantemos a Deus que nos libertou. Cavalos
a carros no mar afogou!
Cantemos a Deus que nos libertou.
Soldados e chefes vencidos deixou!
Cantemos a Deus que nos libertou. No
longo deserto com a gente ele andou!
Cantemos a Deus que nos libertou. Na fome
e na sede nos alimentou!
Cantemos a Deus que nos libertou. A lei da
justiça pra nós ensinou!
Cantemos a Deus que nos libertou. A terra
bendita a nós entregou!
Link: http://letras.terra.com.br/ze-vicente/1419620/






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